sábado, 17 de outubro de 2009

A descontração na captação de imagens

Muito trabalho, muita correria. O stress pode tomar conta. Então, precisamos estar preparados para rir, descontrair e relaxar na hora certa. Parar de tempos em tempos para buscar a energia necessária para terminarmos as tarefas diárias.

A equipe sempre tem uma jornada de trabalho muito grande. Atrás de horários de fechamento, diárias que não podem ser aumentadas, orçamento apertado dentre outros fatores que disputam a boa captação de imagens e fazem com que o profissional tenha que executar trabalhos em pouco tempo e com a máxima qualidade.

Olha um exemplo clássico, a câmera no teto da kombi para ter uma imagem superior de melhor qualidade. Temos que achar soluções sempre. Não esquecendo que somos profissionais e que buscamos a perfeição.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Gauchada e transmissão ao vivo.

É isso amigos, uma bombacha, um chapéu e aquele visual gaudério. Pois é, o jornalismo televisivo é assim. Participei da gravação do DVD de um grande músico gaúcho chamado Porca Véia. Ele muito bom no que faz e eu a caráter entrei em cena para fazer imagens bem perto.

Passar desapercebido era a intensão. E captar imagens bem pertinho dos músicos era minha tarefa, o resultado todos podem conferir no DVD. Muito trabalho e dedicação para que o produto final fique de bom agrado como dizem os gaúchos assim como eu.

Então é isso tchê. Vida longa a câmera e ao jornalismo televisivo.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Um repórter em iniciação.

Faz parte das aptidões do repórter cinematográfico dar as coordenadas aos repórteres quanto a postura, posição e como conduzir um texto por exemplo em um boletim ou uma passagem. Ainda mais, quando esse repórter pega pela primeira vez o microfone em uma reportagem na rua. Esse rapaz ai na foto é Cesar Silva novo no jornalismo de televisão mas com muita experiência em eletrotécnica. Ele está aí para aprender e eu como jornalista estou tentando passar a ele o ritmo que vai precisar para ser um bom repórter.

Minha oportunidade é interessante. Sou um repórter cinematográfico que tem a oportunidade de ensinar. Trabalhar em uma TV universitária formadora de profissionais é bem legal. Somos encaminhadores de novas caras na televisão. Precisamos mostrar a eles o papel do profissional e as diferenças para com as outras mídias por exemplo. Que bom é ter essa oportunidade. Cesar está para aprender e olha que está aprendendo bem rápido. Parabéns ao Cesar e a todos que de alguma forma ajudei dando dicas para melhorarem como profissionais.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Imagens de apoio.

O jornalismo de televisão precisa estar atento na busca da melhor estrutura e o melhor equipamento para captação de imagens televisivas. A nossa câmera tem que ser muito boa. Precisa captar uma imagem de qualidade. O diferencial é a sua operação. O profissional da imagem vive isso e precisa buscar a qualificação para as mudanças tecnológicas não o surpriendam.

Na foto minha colega Daiana Lenz na hora que eu estava fazendo imagens de apoio para que elas fossem usadas para cobrir os off's. Daiana é jornalista e trabalha comigo no jornalismo diário aqui de Novo Hamburgo, essa reportagem foi ao ar na TVE para todo o estado.

As dificuldades que surgem devem ser superadas com muito estudo e atenção por parte do repórter cinematográfico. Ele é o responsável pela imagem e deve ser capaz de obter ela com o máximo de reponsabilidade. O que sempre tem que estar na pauta é o seu papel e a sua busca pela perfeição.
Off - É a locução do repórter com imagens inseridas em cima.
TVE - canal 7 TV educativa afiliada a TV Cultura de São Paulo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O poder do repórter cinematográfico.

Caros colegas da câmera. Precisamos estar prontos todos os dias para expor nossas idéias e tentar participar do processo televisivo. Nosso papel é muito grande no que se refere ao produto final que vai ao ar todos os dias na TV. O jornalismo televisivo depende de nosso trabalho e precisamos nos valorizar.

Sei das dificuldades que temos e a falta de valorização profissional na maioria das vezes. O que deve ser levado em conta é o nosso profissionalismo, nossa capacidade de buscar a melhor imagem e trazer o melhor recorte da realidade, isso sim faz parte de nossas aptidões. Busquem sempre o melhor, tragam aquela imagem diferente, fazer o normal todos fazem. Repórter cinematográfico não traz novidade, da sim um furo de reportagem.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O profissional da imagem...

Uma imagem vale mais do que mil palavras. O repórter cinematográfico sempre atento em todas as partes do mundo. E olha que não são poucos lugares. Na foto abaixo Marcelo Benincassa, repórter cinematográfico da Rede Globo, em ação nas ruas de Alahabad, Norte da Índia. Marcelo é experiente em coberturas nacionais e internacionais. Já viajou por muitos países buscando trazer aos brasileiros a cultura de diferentes povos.

Um profissional diferenciado e que ama o que faz. Conheci Marcelo por acaso aqui em Novo Hamburgo, ele viu meu colega Everton gravando uma reportagem em uma revenda de automóveis aqui em Novo Hamburgo e veio conhecer a nossa TV. Fomos apresentados e ficamos amigos. Na profissão acabamos por conhecer pessoas que conhecem outras, ou seja, sempre temos alguém em comum.

Na mesma cobertura na Índia com a jornalista Cris Pelajo, muito trabalho e dedicação para trazer as informações precisas para os milhões de telespectadores da Rede Globo. A reponsabilidade só aumenta e o produto final tem que estar bom. Marcelo vive o telejornalismo na pele e segue os padrões do jornalismo lider de mercado no Brasil.

Benincassa abraçado na companheira da vida toda. Ela que nunca nos deixou, ela que está ali sempre e que mostra que somos felizes. Sempre ali para mostrar aquilo que as vezes não enchergamos. A vida toda com ela e com ela iremos continuar sempre, nossa vida, nossa parceira a câmera.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Jornalismo convergente

Amigos estive fora por uns dias. Seguindo a proposta do blog não poderia deixar de falar sobre a pós-graduação que estou fazendo. O jornalismo vive um momento diferente e os jornalistas estão precisando se reciclar para estar prontos para as diferenças de novas formas de fazer comunicação. Eu como repórter cinematográfico que sou entrei na especialização para entender melhor os processos de todas as áreas.

O mais interessante é que todos os colegas são jornalistas e o melhor de tudo, diferentes mídias. Jornal impresso, TV, rádio e internet. Busco as condições necessárias para desempenhar melhor minha função. O jornalismo como um todo passa por mudanças e quem estiver focado vai adiante na produção de conteúdo nos diferentes níveis da comunicação global.